Morre a mãe, atropelada junto com a filha, por carro desgovernado em Irajá


Morreu, na manhã desta quinta-feira (21), uma das duas mulheres atropeladas por um carro em alta velocidade em Irajá, na Zona Norte do Rio. Desde o dia do acidente, na madrugada de domingo, a técnica em Enfermagem Carmem Lúcia Oliveira, de 55 anos, estava internada em coma no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

A família já esperava por uma notícia ruim, pois havia a suspeita de morte cerebral dela. "Os médicos estavam com essa suspeita. Então, fizeram exames e a morte foi confirmada. O hospital ligou hoje cedo para dar a notícia", conta a dona de casa Elenilda Siqueira, de 49 anos, que é vizinha e amiga da família.

Depois de receber a notícia, uma filha, uma irmã e uma sobrinha de Carmem foram ao Getúlio Vargas para preparar a liberação do corpo da técnica em Enfermagem. No hospital, a segunda vítima do atropelamento, outra filha de Carmem, a atendente de pensão Luziet Oliveira, 35, continua internada em estado grave no CTI.

No acidente, registrado por uma câmera de segurança, Carmem foi arremessada e teve muitas fraturas. "Ela teve traumatismo craniano, estava com coágulo no cérebro, perfuramento no pulmão e quebrou a bacia, várias costelas, uma das pernas e um braço", enumera Elenilda.

Após o acidente, o motorista tentou fugir do local, mas foi pego pelos clientes do bar. Ele foi levado para a 27ª DP (Vicente de Carvalho). Lá, Hugo disse que pegou o carro da mãe sem que ela soubesse e não tinha carteira de habilitação. Em um exame de alcoolemia, foi detectada a presença de álcool no sangue dele. Após pagar fiança de cerca de R$ 900 foi liberado.

Fonte: O Dia

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